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Cigarro eletrônico

Um aparelho desenvolvido com uma alta tecnologia pode se transformar em mais uma arma para as pessoas que querem parar de fumar. O cigarro eletrônico funciona da mesma forma que os adesivos e chicletes de nicotina, entregando aos poucos a substância ao fumante.
A principal diferença do cigarro eletrônico em relação aos outros produtos é a simulação do ato de fumar, ou seja, a mesma sensação sem causar danos e que pode até ajudar as pessoas a largar o vício. O dispositivo mantém o usuário livre das substâncias tóxicas e cancerígenas, como cádmio, arsênio e muitas outras.
Essa novidade já está à venda em sete países e consiste em um cigarro sem fumo, ele emite fumaça, mas de vapor. O aparelho contém um líquido composto por nicotina pura, essa solução é aquecida por um circuito elétrico e se transforma em vapor, que é tragado pelo fumante. Esse vapor só contém água e nicotina, por isso o cigarro eletrônico reduz o risco de câncer. Teoricamente a nicotina não causa câncer, mas é a substância que faz com que o usuário se vicie, e neste novo cigarro ela é encontrada em proporções equivalentes a 20 cigarros tradicionais.
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Estrutura do aparelho:
Botão liga-desliga: o acionamento desse botão ativa o processo.
Bateria: é recarregável, ou seja, o fumante pode obter a recarga de uma tomada comum.
Câmara de vaporização: contém uma resistência elétrica e um microchip que controla o processo. É nessa câmera de vapor que vai ocorrer a vaporização da solução química.
Cartucho: nesta parte do cigarro vai ficar armazenado o vapor que contém nicotina.
Boquilha: é o orifício por onde irá passar o vapor.
Funcionamento:
Acendimento: o usuário aperta o botão (liga-desliga) e a resistência elétrica é ativada para aquecer a câmara de vaporização.
Tragada: quando o fumante traga através da boquilha, o chip controlador dá ordem à resistência e essa aumenta a temperatura.
Fumaça: com o calor intenso a solução química passa para o estado de vapor, este é rico em nicotina que sai pela ponta do cigarro e é aspirado pelo fumante.
Segundo os fabricantes, o cigarro eletrônico possui a vantagem de não afetar pessoas que estão em volta (os fumantes passivos) e ainda pode ser utilizado em locais de não-fumantes.
É válido lembrar que queimar tabaco nunca será seguro, mas é possível criar alternativas de fornecer a nicotina ao fumante. A melhor maneira de evitar doenças provenientes do cigarro é: PARAR DE FUMAR.
Fonte: Brasil Escola
quarta-feira
Menino fuma 40 cigarros por dia

Menino de 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia, diz família.
Aldi tem o hábito desde os 18 meses e fica furioso quando é privado dele. Autoridades ofereceram prêmio se ele parasse, mas pai não vê problema.

Aldi SugandaRizal, de 2 anos, é visto fumando cigarro enquanto brinca com parentes em 23 de maio, em Sekayu, distrito de Sumatra, na Indonésia. Segundo relatos da família, ele é viciado em cigarro e fuma 40 por dia. Ele começou a fumar aos 18 meses, quando seu pai lhe ofereceu uma tragada. (Foto: Barcroft)

'Quando fica sem fumar, ele fica enfurecido, grita e bate a cabeça na parede', disse sua mãe, Diana, de 26 anos. 'Ele me disse que fica enjoado e doente.' Autoridades ofereceram à família um carro se ele parar de fumar, mas o pai, que é peixeiro, disse não ver problema. 'Ele me parece bem saudável', disse. (Foto: Barcroft)
E ainda tem gente que acha legal fumar.
terça-feira
Desimpregnando o Ambiente!

Acabooooo mininada! Festejem os não fumantes, chooorem os apegados à fumaça nicotiniana monoxocarbônica.
Entrou em vigor em Minas Gerais a Lei Antifumo. Panfletos do Sindicato Intermunicipal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas Gerais (Sindtur) já podem ser encontrados nos estabelecimentos noturnos, esclarecendo aos freqüentadores fumantes da proibição mais recente, que de fato mudará a rotina de quem já tem o hábito de ascender seu cigarrinho sem nenhuma preocupação.
Pra quem se vê prejudicado com essa proibição tentarei amenizá-la um pouco. Inicialmente essa proibição vetava o uso de cigarros em todo o estabelecimento comercial, ou seja, mesmo se dentro do estabelecimento existisse uma área externa/aberta, seria proibido o uso de cigarros ali. Pois bem. O legislador mineiro foi bem maleável e usou o seu famoso “jeitinho mineiro de ser”, modificando esse artigo da Lei, liberando o uso do cigarro em áreas externas e ou abertas do estabelecimento, então para você que já estava triste com isso, pode ficar tranquilo, que se você se sentar na parte externa do barzinho ou da boate, você pode ascender seu cigarrão e chapa seu pulmão numa boa!
Os garçons e responsáveis pelos estabelecimentos estão autorizados e incumbidos da tarefa de conscientizar os que não respeitarem a Lei, advertindo-os e colaborando com a eficácia dessa nova medida.
Muito já está sendo criticado sobre essa nova Lei, e é dito que a fiscalização não durará por muito tempo, assim como na Lei Seca, acredita-se que as medidas políticas de fiscalização serão temporárias, porém creio que uma vez existente a proibição, em parte já amenizará os efeitos de uma coisa que gera incomodo para quem não fuma.
Então o seus fumantes, respeitem a geração ar puro e caminhem na risca da nova Lei ou se não...
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